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Tudo sobre o retorno às aulas presenciais na rede estadual de Goiás

educacao
22 de janeiro de 2021


A rede estadual de ensino de Goiás retoma as aulas presenciais em algumas escolas a partir de 25/1. A prioridade de retorno é para os estudantes sem acesso à internet ou que não acompanharam as aulas do Regime Especial de Aulas Não Presenciais (Reanp) em 2020.

Cada unidade escolar poderá decidir se há ou não a possibilidade de retomar as aulas presenciais, de acordo com a situação epidemiológica de seu município. Essa decisão deverá ser coletiva e terá a validade de 30 dias.

Nas escolas em que as aulas presenciais forem retomadas parcialmente, o retorno será realizado conforme as deliberações do Centro de Operações de Emergências (COE) em Saúde Pública de Goiás para Enfrentamento ao Coronavírus, respeitando o limite de até 30% da capacidade das instituições. Nesse caso, as atividades ocorrerão de forma híbrida, com até 30% dos alunos em regime presencial e os demais em regime não presencial.

Veja abaixo os vídeos e documentos sobre o Protocolo de Biossegurança e os cartazes que foram distribuídos entre as escolas para orientar a comunidade escolar. Em caso de dúvidas, consulte também nosso “Perguntas e Respostas”.

Vídeos de como usar os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs)

Uso correto do termômetro infravermelho digital
Uso correto do Face Shield
Uso correto de luvas descartáveis
Uso correto de máscaras de tecido ou descartáveis

Documentos sobre o retorno das aulas presenciais em Goiás

Para nortear e regulamentar o retorno das aulas presenciais na rede estadual, o Governo de Goiás elaborou o Protocolo de Biossegurança, o Guia da Família e também um Plano de retomada. Baixe e leia os documentos abaixo:

Cartazes com recomendações para um retorno seguro

Os cartazes a seguir foram afixados nas escolas estaduais para orientar os estudantes e professores sobre as normas de biossegurança contra a Covid-19. Você também pode clicar em cada uma dessas imagens para expandi-las e ler as recomendações.

Principais notícias do retorno às aulas em Goiás

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Perguntas e respostas sobre o retorno às aulas presenciais na rede estadual de Goiás

Perguntas e respostas

1 – Como será o cronograma de escalonamento da volta às aulas? Qual critério? 

A prioridade será dada aos alunos que não tiveram acesso ao Reanp (Regime Especial de Aulas não Presenciais), respeitando o limite máximo de ocupação de cada sala em até 30%. 

 2 – Serão fornecidos álcool em gel, máscaras e demais equipamentos de proteção para alunos e professores? 

Em atendimento ao item 2 do Protocolo de Biossegurança para Retorno das Atividades Presenciais nas Instituições de Ensino do Estado de Goiás, a secretaria irá disponibilizar recursos para aquisição de termômetro, álcool 70% (ou preparação alcoólica a 70%), tapetes sanitizantes e máscaras de proteção para cada unidade- administrativa e de ensino. 

3 – Quantas horas por dia cada estudante deve ficar na escola? 

As aulas terão duração de 40 minutos, sem intervalos para recreio, devendo a escola cumprir a carga horária da matriz curricular (poderão ser utilizadas vídeo aulas, material disponível no Portal Net Escola entre outras para complementar a matriz curricular).

4 – Como será o esquema de entrada, saída, circulação nos corredores e uso dos banheiros nas escolas durante a pandemia? 

Conforme o item 2.1 do Protocolo de Biossegurança para Retorno das Atividades Presenciais nas Instituições de Ensino do Estado de Goiás, serão adotadas medidas de controle de acesso às escolas. Demarcações no piso, com distância de 1,5 metros, garantirão o distanciamento entre as pessoas na entrada e saída da instituição. Se possível, serão adotados diferentes acessos, sendo um destinado a entrada e outro, a saída.

Equipamentos de registro com digital como catraca de entrada e saída serão desativados e haverá a medição da temperatura de todos os colaboradores, professores e discentes, mediante termômetro infravermelho sem contato, na entrada das instituições de ensino.

Pessoas que apresentarem sinais e sintomas da COVID-19, como quadro febril ou sintomas respiratórios (tosse, dificuldade para respirar, dor de garganta, congestão nasal ou coriza), diarreia, perda de paladar ou de olfato, dores musculares, dores no corpo, dor de cabeça, náusea ou vômito, terão o acesso negado.

Será obrigatório o uso de máscara de proteção facial (máscara de tecido ou descartável, preferencialmente) por todos os discentes, professores e colaboradores, para acesso e permanência na instituição. Na entrada da instituição, eles encontrarão um recipiente com preparação alcoólica a 70% para adequada higienização das mãos, preferencialmente com acionamento por pedal ou automático. 

Também serão disponibilizados, na entrada da instituição, cartazes com informações claras e visíveis, orientando quanto às seguintes recomendações:  

  • Não frequentar as aulas caso apresente sintomas sugestivos da COVID-19.  
  • Importância de manter o distanciamento social.  
  • Medidas recomendadas sobre as boas práticas respiratórias.  
  • Importância da higienização frequente e correta das mãos com água e sabonete líquido ou preparação alcoólica a 70%.  
  • Obrigatoriedade do uso de máscaras.  
  • Cuidados ao retirar, acondicionar e colocar a máscara de proteção facial.  
  • Importância de não compartilhar objetos de uso pessoal. 

5 – Haverá higienização de todo o ambiente entre uma turma e outra? Como será feita? 

De acordo com o item 2.2 do Protocolo de Retorno as Aulas, as escolas deverão disponibilizar, no mínimo, dois frascos ou dispensers com preparações alcoólicas a 70% para higienização das mãos por sala. Também serão disponibilizados frascos com álcool e toalhas para limpeza de mobiliários.  

O documento orienta ainda que as unidades escolares procedam a limpeza das salas a cada troca de turma e se atentem para a disposição das mesas e cadeiras. Para garantir o distanciamento mínimo de 1,5 metro entre os estudantes, podem ser feitas demarcações no piso indicando o posicionamento de mesas e cadeiras, além de interdições e retiradas. As mesas e carteiras deverão estar com a mesma orientação, evitando que estudantes fiquem virados de frente uns para os outros.  

Além disso, as escolas devem disponibilizar dispositivos de descarte adequado (preferencialmente lixeira com tampa e acionamento a pedal) em toda a escola.

Para garantir a proteção individual dos estudantes durante as aulas, é recomendado que as mochilas e demais pertences não sejam colocados em contato com o chão.  Também será proibido o consumo de alimentos dentro das salas, fora dos horários de refeições.  

6 – Como manter o distanciamento durante os intervalos, recreio, aulas de Educação Física, entre outros? 

As unidades escolares deverão orientar para garantir que o protocolo de biossegurança seja criteriosamente seguido, respeitando o distanciamento mínimo de 1,5 metro entre os alunos e professores. Desta forma, não serão realizadas atividades que gerem contato físico entre alunos ou entre alunos e professores. 

Para as aulas de educação física e outras que possam ter contato físico, orienta-se que, neste momento de pandemia, adotem atividades pautadas em técnicas de movimento e condicionamento físico em geral, sendo vedadas as práticas com contato físico. Essas atividades deverão ser realizadas, preferencialmente, em locais abertos e bem ventilados.  

Não estão autorizados a funcionar bibliotecas, parquinhos, pátios e espaços sociais que ensejem aglomerações e que sejam propícios à disseminação da COVID-19. Pátios e espaços sociais podem ser utilizados alternativamente para as atividades escolares seguindo regras específicas. 

O uso do corredor nos intervalos das aulas será restrito e escalonado. Para isso, as escolas devem sinalizar sentidos de circulação e providenciar marcações no piso de 1,5 em 1,5 metro nas áreas comuns. Bancos ou cadeiras nos espaços comuns deverão ser retirados ou interditados, garantindo o distanciamento necessário de 1,5 metro entre as pessoas. 

7 – Os pais que não se sentirem seguros poderão manter seus filhos em casa com acompanhamento remoto? 

Sim. Essa decisão foi acordada em reunião com o Gabinete de Crise, juntamente com o Ministério Público de Goiás e o Tribunal de Contas do Estado. 

8 – Com o retorno escalonado o benefício da alimentação às famílias mais vulneráveis será mantido? 

Sim, será mantido a distribuição dos kits de alimentação para os estudantes que estiverem no regime de aulas não presenciais.

9 – Haverá atendimento médico dentro das escolas? 

Não. Em cada unidade escolar haverá monitoramento da saúde dos estudantes e profissionais e, caso haja necessidade, serão acionados os contatos para atendimento de urgência. 

10 – E quanto ao transporte escolar? Que medidas serão tomadas para garantir a segurança de todos os estudantes? 

Segundo o item 3.5, do Protocolo de Biossegurança para Retorno das Atividades Presenciais nas Instituições de Ensino do Estado de Goiás, o trabalhador ou aluno que faz uso do transporte público coletivo para se deslocar até a instituição de ensino, deve ser orientado quanto:  

  • Utilização de máscara de proteção facial e realizar a troca desta proteção quando chegar ao destino. 
  • Realizar a higienização das mãos sempre que deixar o transporte coletivo, na impossibilidade de lavar com água e sabonete líquido, usar preparação alcóolica a 70%. 
  • Adotar regras de etiqueta respiratória. 
  • Manter o distanciamento durante o deslocamento. Caso seja possível, dar preferência a horários de menor circulação de pessoas. 
  • Verifique se é possível manter abertas as janelas dos veículos, a fim de possibilitar maior circulação de ar. 
  • Evitar tocar desnecessariamente nas superfícies do automóvel. 
  • Considerar outras formas de transporte, quando possível, substituindo o transporte coletivo pela caminhada ou bicicleta no seu deslocamento. 

Importante salientar que para o transporte coletivo também será seguido a regra de transportar no máximo 30% da capacidade máxima do veículo.

11 – Será ofertado alguma “capacitação” para os professores atuarem nessa fase de retorno? 

Foram organizadas e ministradas diversas formações continuadas para os profissionais da instituição escolar, com foco na apropriação dos protocolos de biossegurança, bem como o planejamento do retorno dos estudantes às atividades pedagógicas presenciais. 

12 – Existe um plano de contingência para o caso de haver contaminação dentro de alguma escola. Como ele funcionará? 

Para a definição de surto ou aglomerado de casos será considerada a ocorrência de dois ou mais casos confirmados, em ambiente fechado, em um período inferior a 14 dias, na mesma instituição e no mesmo turno. A identificação da situação desencadeia a comunicação imediata à vigilância epidemiológica municipal de saúde. 

Diante de um caso suspeito ou confirmado, a instituição de ensino deverá: 

  • Reportar imediatamente a Vigilância Epidemiológica Municipal e o serviço de saúde de referência para instituição para adoção das devidas ações; 
  • Orientar o caso a procurar o serviço de saúde mais próximo; 
  • Apoiar a Vigilância Epidemiológica Municipal na investigação do caso em ambiente escolar, bem como no monitoramento via telefone, e-mail, dentre outros; 
  • Abrir portas e janelas externas para aumentar a circulação de ar na área. Esperar 24 horas antes de limpar ou desinfetar. Se 24 horas não for viável, espere o máximo possível; 
  • Isolar o ambiente que o caso suspeito ou confirmado frequentou nas últimas 24h. Providenciar a higienização do ambiente conforme normas e rotinas da ANVISA e Orientações da Vigilância Sanitária/Secretaria de Estado da Saúde (SES) – GO. Uma vez que a área foi higienizada adequadamente, ela pode ser aberta para uso. Se houver mais de 7 dias desde que a pessoa doente visitou ou usou as instalações, não são necessárias limpeza e desinfecção adicionais. Continuar com a limpeza e desinfecção de rotina; 
  • Manter os ambientes arejados; 
  • Reforçar a necessidade de isolamento social do caso suspeito/confirmado conforme protocolo do Ministério da Saúde; 
  • Ficar alerta quanto à ocorrência de novos casos nos próximos 14 dias após os primeiros sintomas do caso atual;
  • Caso identifique 2 casos confirmados, ou mais, na mesma sala de aula no período inferior a 14 dias, suspender as aulas da turma por 14 dias a contar da data do início de sintomas do último caso confirmado; 
  • Caso identifique 2 casos confirmados, ou mais, em salas de aulas distintas, no mesmo turno, com vínculo epidemiológico (contato próximo), no período inferior a 14 dias, suspender as aulas das turmas com casos por 14 dias a contar da data do início de sintomas do último caso confirmado; 
  • Caso identifique 2 ou mais casos confirmados na instituição, em salas distintas e turnos distintos, em período inferior a 14 dias e sem vínculo epidemiológico, suspender as aulas na instituição por 14 dias a contar da data do início de sintomas do último caso identificado, conforme investigação da Vigilância Epidemiológica Municipal/ Secretaria Municipal de Saúde. 

13 – Se tem uma pessoa com suspeita ou com teste positivo de Covid-19 na casa do estudante, do professor ou do servidor, o estudante, professor ou servidor deve ficar em casa ou ir para escola? Para quem deve ser informada essa situação? 

Conforme o item 4, do Protocolo de Biossegurança para Retorno das Atividades Presenciais nas Instituições de Ensino do Estado de Goiás:

– Todos os trabalhadores, colaboradores e os estudantes devem estar informados sobre os procedimentos perante a identificação de um caso suspeito ou confirmado de COVID-19. 

–  Os trabalhadores, colaboradores e alunos com contatos domiciliares de casos confirmados devem ser afastados por 14 dias a contar da data de início de sintomas do caso domiciliar ou da data de coleta, se assintomático. Caso um novo contato apresente sintomas, o tempo de isolamento deverá ser ampliado por mais 14 dias, a partir da data de início de sintomas do novo contato. Após esse período, retornar à instituição (aulas ou atividades presenciais) se permanecer assintomático. Caso apresente sintomas, deve seguir as orientações de caso suspeito. 

Observação: Contato – É qualquer pessoa que esteve próximo a um caso confirmado de COVID-19 durante o seu período de transmissibilidade, ou seja, entre 02 dias antes e 10 dias após a data de início dos sinais e/ou sintomas do caso confirmado. 

– Para os colaboradores e estudantes que tiverem contato com um caso confirmado de COVID-19 dentro da instituição (ex. que dividem a mesma sala e/ou que compartilhem equipamentos ou outros objetos e/ou utilizaram o mesmo veículo de transporte): 

  • Se o contato tiver sido frente a frente ou em um ambiente fechado (por exemplo, sala de aula) por 15 minutos ou mais e a uma distância inferior a 1 metro, sem uso de máscara de proteção facial ou uso inadequado, e/ou teve um contato físico direto (por exemplo, apertando as mãos) e sem a possibilidade de realizar exames específicos,  estes devem ser monitorados e afastados por 14 dias, retornando a instituição (aula ou trabalho) se permanecer assintomático. Caso apresente sintomas, deve seguir orientações de caso suspeito. 
  • Se contato próximo tiver sido com uso de proteção facial, devem ser estimulados a informar qualquer sinal ou sintoma compatível com a doença, e devem ser monitorados.