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Estudantes de Novo Gama participam de projeto sobre holograma

educacao
11 de julho de 2019

Alunos do Colégio Estadual Novo Gama participaram de um projeto interdisciplinar sobre holograma. A atividade foi realizada com turmas do 1ª ao 8º da escola, localizada no município de Novo Gama. O objetivo foi utilizar a tecnologia para trabalhar o estudo das disciplinas de matemática, português, física e geometria. Os alunos fizeram um trabalho teórico, em forma de pesquisa, e um projeto prático no desenvolvimento do prisma holográfico.

A diretora do Colégio, Deuseni Rodrigues Santana, conta que, a princípio, houve uma percepção de que a maioria dos alunos não sabia o que era um holograma, o que gerou resistência à atividade. A partir da explicação e demonstração, as turmas abraçaram a ideia, o que foi importante para desenvolver o trabalho de maneira interdisciplinar. A atividade tinha também como objetivo o desenvolvimento do espírito de trabalho em equipe, divisão de tarefas, e aplicação prática da teoria vista em sala de aula.

Deuseni ressalta que o projeto teve uma importância ímpar para a escola, já que aproximou e estimulou os alunos ao aprendizado de uma maneira diferente da convencional. “Pudemos verificar a aprendizagem, desenvolver o raciocínio lógico e tridimensional, estimular a curiosidade e busca pelo conhecimento. O que fica é a lição de que se mostrarmos e dermos oportunidades, nossos alunos são capazes de realizar qualquer coisa”, disse.

A diretora destaca ainda o projeto como um trabalho de excelência e afirmou os objetivos tanto no projeto interdisciplinar, como para as disciplinas de maneira individual, foram atingidos. “Trazer esse projeto para o colégio foi muito bom porque foi algo novo para os alunos, principalmente num momento em que falamos em novas tecnologias e seus usos. Agregar a teoria e a prática contribuiu para que novas turmas despertassem o desejo de desenvolver trabalhos semelhantes”, disse.

Para a diretora, a atividade com hologramas foi um desafio e, ao mesmo tempo, um ponto de partida, pelo medo e resistência da comunidade escolar ao novo. “Por meio do projeto a escola foi quebrando barreiras. Trabalhar desta forma desperta o interesse dos nossos alunos para as novas tecnologias e a visão de que elas podem ser utilizadas de formas positivas e de aprendizado. Estou muito satisfeita e orgulhosa deste trabalho”, encerrou.